DEIXE SEU RECADO NO FIM DA PÁGINA, BJIN.

BEM-AVENTURADO O HOMEM QUE NÃO ANDA NO CONSELHO DOS ÍMPIOS, NÃO SE DETÉM NO CAMINHO DOS PECADORES, NEM SE ASSENTA NA RODA DOS ESCARNECEDORES.

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Meus amigos

sábado, 28 de maio de 2011

DROGA É UMA DROGA, SAI DESSA ENQUANTO DÁ !!

   CARTA DE ADEUS A UM PAI E ALERTA A TODOS!!!

  Sinto muito, meu pai, acho que esse diálogo é o último que tenho com o senhor. Sinto muito mesmo.
     Sabe, está em tempo de o senhor saber a verdade da qual nunca suspeitou. Vou ser breve e claro: O tóxico me matou, meu pai. Travei conhecimento com meu assassino aos 15 ou 16 anos de idade. É horrível, não, pai?
     Sabe como nós conhecemos isso? Por meio de um cidadão elegantemente vestido, bem elegante mesmo, e bem falante, que nos apresentou ao nosso futuro assassino: o tóxico.
     Eu tentei, tentei mesmo recusar, mas o cidadão mexeu com meu brio, dizendo que eu não era homem. Não preciso dizer mais nada, não é? Ingressei no mundo do tóxico. No começo foram as tonturas, depois o devaneio e a seguir a escuridão. Não fazia nada sem que o tóxico estivesse presente. Depois veio a falta de ar, o medo, as alucinações, depois a euforia novamente.
     Sabe, pai, a gente quando começa, acha tudo ridículo e muito engraçado. Até Deus eu achava ridículo. Hoje, neste hospital, eu reconheço que Deus é o ser mais inportante no mundo. Sei que sem a ajuda dEle eu não estaria escrevendo o que estou.
     Pai, o senhor pode não acreditar, mas a vida de toxicômano é terrível, a gente se sente dilacerado por dentro. É horrível, e todo jovem deve saber disso para não entrar nessa. Já não posso dar três passos sem me cansar. Os médicos dizem que vou ficar curado, mas quando saem do quarto, balançam a cabeça.
     Pai, eu só tenho 19 anos e sei que não tenho a menor chance de viver; é muito tarde para mim. Para o senhor, tenho um último pedido a fazer: diga a todos os jovens que o senhor conhece e mostre a eles esta carta. Diga-lhes que em cada porta de escola, em cada cursinho, em cada faculdade, em qualquer lugar, há sempre um homem elegantemente vestido, bem falante, que irá lhes mostrar o seu futuro assassino, o destruidor de suas vidas que os levará à loucura e à morte como eu. Por favor, faça isso, meu pai, antes que seja tarde demais para eles também.
     Perdoe-me, meu pai. Já sofri demais. Perdoe-me por fazê-lo sofrer também pelas minha loucuras.
     Adeus meu pai.


(Depoimento extraído da Revista Decisão, da Casa Publicadora Brasileira)

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